Dieta do DNA

A dieta do DNA é uma dieta baseada num estudo genético de cada indivíduo. Não existe dieta mais personalizada e individual do que esta. Com a dieta do DNA é feita uma análise do seu material genético de modo a concluir quais as proteínas codificadas pelos seus genes, quais a funções metabólicas que tem menos e mais aptas. Assim é possível retirar ou introduzir na sua dieta alguns alimentos consoante as suas maiores necessidades.

Como fazer a dieta do DNA

Com a análise genética é possível verificar quais são os mecanismos envolvidos no seu aumento do peso e conduzir a dieta de acordo com essas informações; aumentando ou diminuindo o consumo de certos nutrientes. No entanto, esta é uma dieta que requer acompanhamento nutricional e algum gasto monetário.

Por outro lado é uma dieta que para além de o ajudar a emagrecer, poderá permitir a alteração da sua alimentação para contornar a sua predisposição genética para algumas doenças como a diabetes, colesterol alto, doenças cardiovasculares ou até perceber o porquê de haver alguns alimentos que dificultam a sua digestão e o deixam indisposto. É possível assim ajustar alguns desequilíbrios do seu organismo de forma a ter não só a forma física que deseja mas também um corpo com mais saúde.

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Habitualmente, esta dieta pode seguir três rumos: pobre em hidratos de carbono, com baixo teor de gordura ou equilibrada. Após ser avaliado o seu mapa genético, o nutricionista irá elaborar um plano adequado. Esta dieta para além de permitir inferir algumas alterações na alimentação também permite concluir sobre o funcionamento muscular e de que forma o exercício físico deve acompanhar a dieta.

Deixe as Gorduras de Parte

Uma dieta de baixo consumo de gorduras pode ser indicada se tiver predisposição para colesterol elevado e doenças cardíacas. Evitar alimentos gordurosos a açúcares simples fará parte do seu plano alimentar. Deve comer hidratos de carbono com baixo teor de gordura, incluindo grãos integrais, como quinoa, ou leguminosas. Escolha gorduras como o azeite e nunca óleos e manteiga. Uma dieta pobre em hidratos de carbono poderá estar associada a uma predisposição para a diabetes ou uma anomalia na degradação de açúcares.

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Neste caso o seu plano consistirá num consumo de proteínas de origem vegetal, de carnes magras e peixes; deverá evitar hidratos de carbono simples e a batata e pão com farinhas brancas serão alimentos a evitar.

No entanto, o seu nutricionista dar-lhe-á um cardápio só seu, que lhe permitirá contornar muitas das imperfeições do seu organismo.

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